Enquanto alguns universitários fazem trabalhos extremamente inteligentes – como os autores do vídeo do Super Mário, por exemplo – e divulgam na Internet, outros fazem questão de mostrar seu total apego à idiotice. No vídeo abaixo, que já tem quase meio milhão de acessos no YouTube desde que foi postado (em maio de 2010), estudantes do Cefet-MG mostram o quão bons são na arte de... (pasme) colar.
Sem falso moralismo, a cola é um recurso uma artimanha usada por muitos alunos. Apesar de reprovável, é até certo ponto justificável – o camarada trabalha de dia e não teve tempo de estudar; não se interessa por aquela disciplina e preferiu se dedicar a outra, e por aí vai. Mas daí a se orgulhar de colar em uma prova a ponto de filmar tudo e colocar no YouTube já é demais!
Só gostaria de saber qual a posição que essas figuras ocupam hoje no mercado...
Eu costumo criticar seriamente esse pessoal que não leva a vida acadêmica a sério e faz trabalhos na base da sacanagem – vide esse post. Por outro lado, também faço questão de elogiar publicamente o que vem sendo feito na universidade e que vale a pena parar por uns instantes para observar.
É o caso deste vídeo, produzido por alunos da faculdade de cinema da Universidade Federal de Pernambuco. Nele é feita uma análise da trilha sonora do Super Mário World. Além de ser muito bem feito, emociona os admiradores deste game. Parabéns aos envolvidos!
Hoje eu tive o prazer de ver um dos comerciais mais bacanas dos últimos tempos. Uma empresa de cosméticos cobriu o Zombie Boy – modelo Ricky Genes, famoso por ter o corpo praticamente todo coberto de tatuagens que simulam o esqueleto humano – de uma maquiagem cor de pele. Aos pouquinhos ele vai passando o removedor pelo peito e pelo rosto até mostrar sua verdadeira identidade.
O que gostei é que mais uma vez a indústria da moda brinca com essa ideia de padronização do corpo – só a escolha do modelo já é, digamos, uma transgressão. Começar com um “como você julga um livro” o vídeo de uma campanha que se chama “vá além da cobertura” é algo que soa como um foda-se às aparências – “aprofunde-se no conhecimento do outro”, por assim dizer.
Gostei muito do resultado final. Além da mensagem, a montagem do vídeo é bem interessante e a escolha da música “There is hope", de Zoo Brazil com Rasmus Kellerman, foi muito bem sucedida. Vale o confere!
Eu geralmente não acho muita graça nesses vídeos de YouTube em que uma pessoa sai na rua perguntando a populares o que eles pensam sobre um determinado assunto, daí só vão pro ar as respostas equivocadas, que dá pra ver que o sujeito não entendeu a pergunta. Não gosto porque acho isso um exploração da ignorância do povo para rir dela, porque geralmente quem responde tudo errado é a população de baixa renda, que não teve muitas condições de estudar e conseguir entender e responder de forma coerente uma pergunta mais elaborada. Mas dessa vez tive que me render a esse tipo de “humor” (atenção às aspas).
Deixando a parte ideológica de lado, ri bastante com um vídeo desse formato que achei aleatoriamente no YouTube. Um rapaz travestido de repórter pergunta aos populares: “O que você faria se descobrisse que seu filho é um usuário de Twitter?”. As respostas são as melhores... Vale o play:
P.s.: Dependendo da @ do sujeito, dá pra tratar o Twitter como uma droga nefasta, todos concordam?